“Para viajar, basta existir”, assim já dizia o grande poeta Fernando Pessoa. E para existirmos, precisamos ser apaixonados por algo. Eu sou uma apaixonada por viagens. Logo, por que não fazer dessa paixão um objetivo de vida?! As viagens nos remetem à realização de sonhos, a grandes experiências vividas e ao sentimento inexplicável de prazer.

Um dos sentidos da nossa vivência é a realização dos nossos sonhos e viajar nos traz essa plenitude, nos dá o sentimento de “eu sou merecedor (a) dessa conquista” e uma consequente motivação para continuarmos atrás dos nossos melhores objetivos.

Vocês já pararam para pensar nas grandes experiências que uma viagem nos faz viver? Sendo positivas ou nem tanto assim, vivenciamos diversidades culturais, gastronômicas, espirituais que nos fazem querer compartilhar diferentes narrativas. E quem aí não tem uma boa história (que pode ser engraçada ou até mesmo ruim) para contar, hein?!

E sem ser menos relevante, viajar também nos envolve com uma sensação indescritível de prazer. Quando não se considera uma obrigação do cotidiano, imagino que o viajante personifica a sua própria identidade, redescobrindo a sua capacidade de fazer atividades fora da rotina e sentindo o gostinho de vivenciar o inusitado.

Por tudo isso, particularmente, valorizo a ideia recompensadora que viagens são grandes investimentos pelo valor que se agrega à vida no âmbito pessoal, na sua carreira profissional, na sua saúde independente do motivo que se viaja. Espero que as exceções existentes (pessoas que não gostam, não querem ou não podem viajar) se dêem a chance de algum dia fazerem parte das regras (dos que amam viajar) e se permitam também colecionar memórias e momentos. Então, que tal se planejar para preencher mais o seu mapa-múndi?!